Querem desumanizar o Presidente

Querem desumanizar o Presidente

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A “utendi belli” é a estratégia central do Establishment mas seu comportamento força desfecho impactante em breve.

A esquerda recorrente, representada por um grupo de interesses na apropriação do Brasil para interesses próprios conseguiu, pelo menos para pequena parte da população, desumanizar Jair Bolsonaro e todos seus apoiadores.

Flagrada continuamente usando “argumentum ad homini“, que é a tática de desqualificar o oponente por falta de argumentos para o debate, o Establishment adotou a “utendi belli” ou a estratégia de desumanizar o oponente, o que não só o desqualifica como tolhe todo e qualquer direito do cidadão comum.

Começou quando as pesquisas eleitorais em 2018 (as reais) apontavam vitória de Bolsonaro. A grande mídia, focada nos lucros socialistas, teve (e ainda tem) grande participação neste processo. Jair Bolsonaro foi taxado de racista, homofóbico, mizógino, sectarista, ditador, fascista, militar. Ao longo de seu mandato as pechas foram descolando. A principal, de corrupto, não tinha procedência, foi lambuzada a todo custo para tentar grudar durante sua gestão. Não funcionou.

CPI do Circo ordenada por Barroso ao Congresso

A desumanização da figura pública já funcionara nos EUA com Trump. ‘Monkey see, monkey do‘, os grupos anti-Bolsonaro, pró-corrupção, globalistas, empresas privadas (construção, mega varejistas, financeiras) começaram a aplicar a mesma cartilha aqui. Mobilizaram grupos para perpetuar sua contenda.

Sua massa de manobra é composta de militantes que não fazem ideia do que foi o Nazismo, mas sabem que é o mal; nunca leram sobre o fascismo, mas sabem que é o mal; com absolutamente nenhuma noção do que foi 1964 em seu próprio país, mas sabem que os militares são maus e o exército é o mal. De composição eclética, apresenta moradores de presídios e favelas a Vila Madalena e Leblon. Em comum só o analfabetismo funcional. Os de Brasília, um pouco mais espertos (na opinião deles) fazem por interesse pessoal (phoda-se o resto). Dilema Burrão ou Ladrão.

Capa da publicação francesa Libération

A desumanização do Presidente tem como objetivo não só mudar a opinião pública, mas também enojá-la a ponto qualquer feito ou meio utilizado para erradicá-lo justifique o fim. E os meios nunca justificaram os fins. A mesma técnica foi utilizada na Alemanha nazista em relação aos judeus. Associavam a figura dos judeus a ratos, transmissores de inúmeras doenças. Criaram um passaporte sanitário (ring a bell?) para identificar os judeus e seu extermínio não gerou repúdio público.

Passaporte Nazista durante a II Guerra Mundial

O Presidente agora é tachado de negacionista, genocida, ecocida, motoqueiro, taxista. Sua figura é associada à de Mussolini quando anda de moto e no geral à de Hitler (demônio para os comuns). Quer exterminar índios e minorias, desmatar toda a Amazônia. Não existe mais direita, conservadores, TFPs. Agora todos são Extrema Direita e, como todo extremismo, subentende fanatismo absoluto.

Agentes de esquerda, mestres em divulgar narrativas (sim, é isto que nosso jornalismo faz) quando desmentidos tacham verdades de Fake News. E soltam outra nova narrativa em seguida. E mais uma. E mais uma. Ocupam todo espaço de discurso. Criam agências de checagem tendenciosas, geram narrativas que antecipam inquéritos, desmoralizam figuras públicas, encerram carreiras.

Grandes comunicadores de direta, agora extremistas, são perseguidos e calados, sem repúdio público algum. Os pequenos tem sua voz abafada pelo fluxo de narrativas sobreposto. Canais são desmonetizados, redações fechadas, censura. Inquéritos de Fake News que não apontam quais são as Fake News, atos anti-democráticos sem dizer quais, e por aí vai. Investigados presos e seus advogados não tem acesso aos inquéritos para poder defendê-los. Mal sabem quais são as acusações. Recursos não julgados e até multa por uso de recurso…

Integrantes do Supremo que descondenaram Lula e tornaram-no elegível abriram processos investigativos para tentar incriminar Bolsonaro. Processos inconstitucionais, pois o Chefe do Executivo não pode ser indiciado. E pior, eles não obtêm êxito em provas e fatos. Mas os tais processos não se extinguem, prazos são estendidos espichando a corda de união dos 3 poderes a limites inimagináveis. A interferência não concretizada, a corrupção em compra que não aconteceu, o sigilo que inexistia, o céu que não é azul. Tão concretos quantos os histéricos e vários pedidos de impeachment.

A polarização brasileira se define em um socialista corrupto descondenado contra um eterno investigado em vários processos no STF com mais de 100 pedidos de impeachment.

Ao mesmo tempo, integrantes do mesmo Supremo dão declarações esganiçadas à janela do mundo de que fazem de tudo para defender a democracia e o estado de direito. Esquecem de mencionar que criaram a figura da censura, do preso político, do exilado, do abono à corrupção.

Este mesmo mundo vê um corrupto descondenado noticiado e aclamado como o próximo Presidente do Brasil em veículos como The Guardian, Bloomberg e outras, até capa da Time. São as primeiras inserções nas mentes do mundo para preparar sua opinião sobre fato ou figura.

Aqui dentro as pesquisas apontam Lula liderando intenções de voto em qualquer cenário. Nas ruas o que se vê é Bolsonaro aclamado por massas de gente onde quer que vá, enquanto Lula oferece show de Mortadela Mercury para quase ninguém e não pode sair às ruas por gigantesca rejeição. Você acredita no que lhe dizem ou no que seus olhos vêm?

Manifestações de 1º de Maio em SP. Patriotas de graça x mortadelas+show pago pela prefeitura

Em paralelo, TSE criminaliza qualquer ato que questione a confiabilidade nas urnas ‘elétricas’ e sua sala secreta de apuração (centralizada). Tenta incriminar quem diga que houve invasão no sistema negando veementemente pedido de investigação feito por eles mesmos à PF e declarações do atual presidente do TSE com medo de hackers russos em ocasião de viagem de Bolsonaro a Moscow.

Após o evento de 7 de Setembro Barroso se sentiu pressionado e solicitou ao exército o acompanhamento da apuração. Achando que falava com soldadinhos de quartel foi surpreendido por engenheiros técnicos e especialistas em guerra cibernética e estratégia que avaliaram o cenário e enviaram um calhamaço de questionamentos, dúvidas que o TSE não respondeu ainda, apesar de serem inqueridos inúmeras vezes nos últimos 8 meses.

No aspecto da vaidade, Moraes perseguiu Daniel Silveira até onde pôde, culminando em seu julgamento absurdo (veja Thaméa Danelon). Seria o ápice do reconhecimento de seu poder, se Bolsonaro não intervisse com ato da Graça, ou indulto. Ato utilizado desde o primeiro rei existente e nunca questionado. Mas como foi Bolsonaro, e ele não é humano, vamos contestar.

Em resumo,

  1. Urnas e apuração são inquestionáveis. Apenas confie (senão é crime);
  2. Pesquisas apontam Lula em todos os cenários;
  3. O Consórcio (cafetão) de mídias no exterior enaltece Lula e desafina a tecla ambiental fake, Amazônia;
  4. O Consórcio Tupiniquim tentou desmoralizar FA por semanas seguidas: próteses, Viagra;
  5. TSE não respondeu FA ainda;
  6. Manifestações de 1º de Maio escancaram a verdade do Datapovo;
  7. Presidente do STF e do Congresso se reúnem – são 3 poderes, só 2 confabulam. Conspiração?
  8. Tentativa – falha – de desqualificar presidente do STM (Superior Tribunal Militar)
  9. Mais de 120 interferências e desmandos do STF em medidas do Governo Federal.
  10. Moraes aplica nova multa infundada a Daniel Silveira em claro desrespeito ao indulto.

A bola agora está no campo do STF. As Forças Armadas e o Presidente aguardam a próxima jogada. A meu ver, deveriam se adiantar para variar. A esquerda tem ao longo desta guerra morna feito isto, o que lhe rendeu algum mérito. Testemunhamos isto quando abraçaram as pautas do combate à corrupção, fake news, fraude eleitoral e defesa do Estado de direito e democracia.

Todos temos um desfecho imaginado para o impasse. Provavelmente será diferente do que esperamos.

Boa Sorte Brasil!

“O Brasil é im país semi-presidencialista. O DTF é o poder moderador…”

— Dias Toffoli

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