“Na décima semana da concepção, todos os órgãos já estão formados e funcionando. A partir disso apenas aumentam de tamanho e vão se aperfeiçoando, até o pleno desenvolvimento”
Dr.Bernard Nathanson
O médico norte-americano Bernard Nathanson era chamado de “o pai do aborto” e de “o rei do aborto”.
Não é para menos. Nathanson foi o responsável direta e indiretamente por dezenas de milhares de abortos nos Estados Unidos. Segundo suas próprias palavras, “mais de 75 mil”.
“A partir de 1971, passei a dirigir a maior clínica abortiva do mundo. Tinha 10 salas de operações e 35 médicos. Realizávamos 120 abortos diários, mesmo aos domingos. Só não trabalhávamos no dia de Natal”.
Mas como um defensor ferrenho do aborto pode, de uma hora para a outra, ter se tornado um dos maiores ativistas antiaborto e líderes pró-vida que história já conheceu?
Em 1972, graças ao advento da tecnologia do ultrassom, Nathanson pode enxergar o feto no interior do útero materno. E foi aí que tudo mudou:
“Pude comprovar que é um ser humano com todas as suas características. E se é uma pessoa, tem direito à vida”